NOVO DISCO

Manu Gavassi tira a roupa na capa de seu novo disco e diz não ver problema em ficar pelada

A sensualidade da capa também está em músicas como “Me beija” e “Perigo”. Esse apelo mais sexy, segundo Manu, veio naturalmente durante a composição.

G1 | 21/04/2017 07:18:32

Manu Gavassi está lançando seu terceiro álbum, “Manu”. Mas, para ela, é como se fosse o primeiro. Além da composição, a paulista de 24 anos pela primeira vez trabalhou com arranjos, fotos e todo o conceito do projeto. “É o primeiro que estou completamente consciente da minha profissão. Depois de sete anos, me sinto segura para botar a mão na massa. Ficou um álbum mais com a minha cara”, conta Manu ao G1.

Em suas letras, a cantora mostra uma mulher empoderada, ciente de sua força. Mas ela garante que não abordou o tema só pela força que ele ganhou nos últimos tempos: “Não foi muito pensado, foi como me senti nos últimos três anos. Mostra meu crescimento, amadurecimento. Não foi nada pensando: ‘ai, está na moda, vou compor’. Veio tudo naturalmente.”

Nudez na capa

Para arrematar o tema "poder", Manu escolheu para a capa do disco uma foto em que aparece nua. “Vimos que era uma foto forte e que me mostra como jovem mulher que sou, que me sinto. Mostra a força desse CD”, explica. A cantora contou ainda que não teve receio na hora de tirar a roupa para os cliques: “Não tive nenhum problema. Não vejo a nudez como uma coisa polêmica. É uma foto bonita, artística, feita por profissionais que confio. Gostei muito do resultado.”

A sensualidade da capa também está em músicas como “Me beija” e “Perigo”. Esse apelo mais sexy, segundo Manu, veio naturalmente durante a composição.

“Meu primeiro CD foi aos 16 anos e, hoje, estou com 24. Então comecei a ousar mais, porque me senti mais assim. Fui crescendo, fui descobrindo esse meu lado sexy e refletiu no CD. Foi bem natural”, explica Manu.

"Perigo", além de título de música, é uma palavra repetida em outras letras do disco, mantendo a pegada da primeira música mais conhecida da cantora, “Garoto Errado”. Mas Manu garante que, em sua vida pessoal, não se envolve com tanta ousadia.

“Óbvio que não. Sou mais normalzinha", define-se, rindo. "Mas não sei. Minha primeira música falava que garoto errado é mais legal. Existem pessoas que têm um mistério, que te instigam. Não necessariamente são as melhores pessoas para se relacionar, mas para compor, é ótimo”, explica.

Pegada dançante

Com exceção das românticas “Fora de foco” e “Antes do fim”, o álbum tem batidas bem mais dançantes do que os outros trabalhos de Manu. Toques de black music, pop e até uma arriscada no reggaeton se misturam entre as canções.

“Sou extremamente apaixonada por pop, mas sempre componho no violão. Era o que me sentia bem fazendo. Então esse é como se fosse o meu primeiro CD, porque ousei nas batidas. Me inspirei em tudo que ouço, do que a galera gosta de ouvir para se divertir. Tinha dificuldade em fazer música para se jogar, para curtir.”

Letras direto do 'diário'

Desafio superado, Manu incluiu ritmo em seu “diário pessoal”. Ela diz transcrever nas faixas muitas das histórias vividas por ela. “Gosto de escrever sobre o que sei, vivi e passei. Assim, as pessoas conseguem se relacionar com a música por conta da verdade. Sempre foi meu mecanismo para compor", afirma ela.

Ela ainda brincou sobre as diversas histórias contadas nas 12 faixas: "Nos últimos anos, minha vida não girou em torno de um relacionamento com uma pessoa. São histórias que vivi em outra fases da vida. Me diverti bastante nesse tempo ", garante, rindo.

E se muita coisa mudou nesses sete anos de carreira musical de Manu, o que se manteve foi sua paixão por duas cantoras: Lily Allen e Taylor Swift. “Continuam minhas divas absolutas. A Taylor, por exemplo, soube fazer a transição perfeita do country romântico para o pop que ela é hoje.”

E a carreira de atriz?

Manu vai iniciar uma turnê em 18 de maio com show em Campinas (SP). Ela também quer continuar sendo atriz. “Claro que é complicado conciliar com uma novela. Mas gravei meu primeiro longa (‘Ela é o Cara’), que será lançado na metade do ano. E fiz participação em ‘Planeta B’, do Multishow. Vou continuar me jogando, pretendo conciliar as duas coisas.”

Fora isso, Manu também tem um livro, que será lançado em breve. “Ele está pronto há bastante tempo. É uma ficção, mas tem a ver comigo, porque tem várias histórias que me inspirei e vivi ali. É sobre uma menina de 17 anos que se chama Nina. Ela é bem doidinha.”


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