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LINHAS CELULARES

06/01/2017 - 16:34:00
Agência Brasil

Mato Grosso perde mais de 300 mil linhas de celular

A crise econômica foi outro dos fatores que contribuiu com a diminuição.

Mato Grosso perde mais de 300 mil linhas de celular Foto: Reprodução

Mato Grosso registrou uma diminuição de 7,8% no número de linhas móveis no mês de novembro do ano passado em relação ao mesmo período de 2015. O Estado fechou o último novembro com 4,11 milhões de linhas celulares, enquanto no mesmo mês em 2015 tinha 4.42 milhões de linhas. A diferença, a menor, no período de 12 meses, chega a 313,45 mil unidades.

Apesar da diminuição em relação a 2015, Mato Grosso aumentou seu percentual de participação do número total de linhas móveis no país. Em novembro daquele ano, 1,64% das linhas estavam no estado. O número saltou para 1,66% há dois meses.

Os dados foram disponibilizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quarta (4). O Brasil ganhou em novembro aproximadamente 986 mil linhas de celulares, o que deixou o país com mais de 248 milhões. Em relação a novembro de 2015, porém, houve um recuo de 7,85%.

Cancelamento

O órgão explicou que a diminuição do número de linhas é uma resposta à diminuição do valor da interconexão entre as redes fixas e móveis e do valor da remuneração de uso das prestadores móveis, que permitiu novas ofertas de serviço com redução nos valores praticados para chamadas para as redes de outra prestadora.

Por causa disso, o mercado para os aparelhos que suportam múltiplos chips perdeu espaço, gerando cancelamento dos clientes que possuíam linhas móveis de operadoras diferentes. A crise econômica foi outro dos fatores que contribuiu com a diminuição.

Os planos pré-pago dominam o mercado nacional ocupando 68,42% das linhas contratadas. São 169.985.845 linhas do tipo no país, enquanto os pós-pagos, que representam os outros 31,58%, tem 78.462.219 linhas.

A maior operadora do setor é a Vivo, que no último mês de novembro ocupava uma faixa de 29,62% do setor. Na sequência, aparecem a Tim (25,41%), Claro (24,91%) e Oi (18,26%).

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