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Eder e o milagre da ostentação, sem dinheiro no bolso e desempregado

Você conseguiria pagar R$ 10 mil de cartão de crédito e R$ 5 mil de conta de energia elétrica, sem ter emprego fixo, fazenda, gado, dinheiro aplicado? Pois é, esta terrível interrogação que a Justiça Federal e a Polícia Federal estão tentando decifrar. Como o atualmente desempregado, sem dinheiro no bolso, Eder Moraes consegue esta façanha. Uma proeza que pode colocá-lo no livro dos recordes dos Guinness Book ou quem sabe ser o forte candidato a ganhar o prêmio Nobel de Economia.

 

Que é fato que Eder Moraes ostenta luxo, com carrões, uma elegantíssima mansão e demonstração de poder com festas e jantares, muita gente já sabe. O que ninguém consegue entender é como ele consegue a façanha, não tendo um centavo no bolso e nem mesmo em conta bancária e se dando ao prazer de ser desempregado.

 

As sete horas de interrogatório a que foi submetido na quarta-feira, na Polícia Federal, ao que parece, não foram suficientes para desfazer o mistério. A Justiça Federal informou que não conseguiu rastrear um único centavo em qualquer conta que seja em nome do ex-secretário de Fazenda e muito menos de sua mulher. A Polícia Federal confirmou que ele gasta quase que mensalmente R$ 10 mil com pagamento de cartão de crédito e R$ 5 mil com energia elétrica para iluminar sua mansão e manter o ar-condicionado central ligado 24 horas por dia. Isso fora a conta de água, telefone, celular, alimentação, combustível para seus carrões.

 

Mas como gasta tanto?? Será que o dinheiro cai do céu? Irônico Eder passou sete horas dizendo que tem ajuda de amigos, que está pobre e não em laranja, nem para chupar em casa. Quais amigos? Liberado da PF se limitou a dizer que as ações estão em segredo de justiça. Portanto, não mencionou o milagre, só voltou a dizer que ‘laranja’ não, não sobra dinheiro para comprar algumas na feira ou no supermercado. Aliás, milagre que todos nós brasileiros queremos tanto ter. A Justiça Federal e a Polícia Federal bem poderiam acabar com este segredo de justiça e permitir que o homem que cuidou das finanças de Mato Grosso, ensine os brasileiros a gastar tanto dinheiro com salário mínimo, isso se o interessado não estiver desemprego. Haja ostentação!
 

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