Corrida presidencial sórdida

Brasil, país com dimensões territoriais continentais, formado por uma população; tendo origem, da junção dos índios, primitivos habitantes da terra, pelos brancos, colonizadores, e negros, vindos da África para o Brasil, na condição de escravos. Da miscigenação, ou seja, da mistura entre diferentes etnias humanas, delas surgiu à população brasileira, população esta, que ao longo dos séculos recebeu a pecha, de povo ordeiro, pacífico trabalhador, para não dizer incautos. O surgimento da democracia em nosso país tem início, no século XX, após a Ditadura Militar, período de repressão e de perseguição que impedia as pessoas de terem livre-arbítrio; como estou fazendo agora, discorrendo sobre um tema, complexo e de profundidade sem precedente, relativo ao um processo eleitoral presidencial, no qual, a grande oligarquia midiática, mais precisamente, algumas revistas impressas, com circulação nacional, estão a serviço dessas oligarquias, entre as quais, uma extrapola em suas publicações de forma clara e dirigida, no sentido de macular e denegrir a imagem de um presidenciável com parcos recursos.

Jair Messias Bolsonaro, surgido da vontade popular; estou me reportando à revista ISTOÉ, que em sua última publicação de capa, de forma maldosa e desleal, postou uma caricatura do Bolsonaro, caracterizando maldade e ódio, pior do que isso foi à chamada em questão "Perigo, ele pode ser presidente", que forma rasteira e vergonhosa de fazer jornalismo, desses senhores, que dizem guardiões da imparcialidade e da isonomia em suas publicações.


A revista ISTOÉ, foi tendenciosa e dirigida ao atender pedidos e anseios de seus comandados, no sentido de macular e denegrir a imagem de um candidato à presidência da República, que mesmo sem dinheiro, vem crescendo vertiginosamente, correndo risco de vencer no primeiro turno, ele está capitaneado apenas, pela vontade popular, as pessoas se dispõem a segui-lo, por se tratar, de ficha limpa, e por combater com veemência a grande mídia institucionalizada, que tenta a duras penas calá-lo.

A referida revista em questão, não mostra, quanto de publicidade federal, a mesma recebe principalmente agora no governo Temer, o bolo se tornou mais rechonchudo ainda, a revista ISTOÉ; prestem atenção, recebeu mais de R$ 700 mil da Secom, ou seja, 1384%, a mais do que no ano anterior. (dados de 2017).

É lamentável, que em um país como o nosso democrático, ainda caiba, esse tipo de publicação maldosa, e tendenciosa que visa meramente atender a grupos, que por medo de perder o osso, passam a atacar seu oponente, naquilo que ele tem de melhor, que são: princípios religiosos, amor e respeito à família, e combater com veemência a corrupção, por conseguinte, os que estão à margem da lei.
Os ataques maldosos e tendenciosos a ele dirigidos vêm ganhando proporções astronômicas e perigosas, tanto que, um jornal de circulação nacional, 'Folha de São Paulo', publicou no último dia (25), segundo o referido jornal, a senhora Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do candidato do PSL à Presidência da República, teria informado, ter sido ameaçada de morte pelo candidato, agora, a mesma Ana Cristina, vem às redes sociais e desmente tudo.

Esses veículos de comunicação de massa, não falam, por exemplo, que o doleiro Alberto Yossef, em depoimento na operação Lava-Jato, disse, Jair Bolsonaro, não recebia recursos escusos, não são minhas palavras. Outro exemplo clássico de honestidade foi o depoimento do ex-ministro Joaquim Barbosa, com relação à Ação Penal 470, caso de corrupção que ficou conhecido como "mensalão", o ex-ministro diz "Jair Bolsonaro foi o único que não se vendeu", entre tantas outras.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo (liciomalheiros@yahoo.com.br)