Nuvens Negras pairam no Paiaguas e operação do STJ pode mudar os rumos da eleições em MT

Redação 24 Horas News | 03/06/2018 06:46:19

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) poderá vir a ser o divisor de águas para as eleições de Mato Grosso neste ano. A demora no lançamento de candidaturas e de alianças para o pleito tem um significativo muito grande. Todo mundo que sonha com a cadeira número 1 do Palácio Paiaguas aguarda para os próximo dias a possibilidade de uma “mirabolante” operação policiais a ser determinada pelo STJ. Esta operação tem tudo haver com a famigerada, desastrada e horripilante revelação de quem seria o grande mentor, idealizador, e patrocinador da “Grampolândia Pantaneira”, que a pretexto político nas eleições de 2014 ousou grampear por interesse próprio e, claro, eleitoral, políticos, advogados, juízes, empresários e jornalistas de Mato Grosso.

O efeito bombástico de um efeito tecnológico se transformou em uma grande nuvem negra, que pode se transformar em uma extensa tempestade tropical com vendaval e raios despencado em uma única região: o Palácio Paiaguas,. Até agora o núcleo central do Palácio tem conseguido sair incólume de todas as ações, não só da “grampolândia”, como no rombo da Seduc e de outras acusações. Mas, pelo andar da carruagem e pelos burburinhos em todos os locais frequentados pela alta classe politia do Estado os dias estão contados. A operação, que se prepara para os próximos dias será mortal, a começar pelo afastamento do cargo e culminando com o fim daquilo que seria uma brilhante carreira política.

Toda esta incerteza, ou seria certeza da ação da Polícia Federal por determinação do STJ vem levando os pretensos candidatos à principal cadeira do Palácio Paiaguás a ficar no compasso de espera com relação a disputa ao Governo do Estado. Wellington Fagundes (PR) vive no clima de “sou candidato, mas posso compor uma chapa mais forte de oposição”; Jayme Campos e Mauro Mendes, antes aliados de primeira hora do governador Pedro Taques (PSDB) procuram fugir do chefe do executivo como o Diabo foge da Cruz, não perdem a oportunidade de cutucar a administração taquistas, mas se enrolam em um pesquisa do Ibope até hoje não apresentada para esconder se um dos dois será ou não candidato ao governo. Até mesmo o Procurador Mauro (Pros) colocou seu carro eleitoral em ponto morto. “Vou aguardar esta história da operação do STJ. Ainda dá tempo para decidir se saio a Governador ou a Deputado Federal”, diz completando que a única coisa definida é que não fará aliança com nenhum outro partido.

E o governador Pedro Taques, aquele que parece ser o grande alvo desta possível operação a ser desencadeada pelo Supremo Tribunal de Justiça também vai no seu compasso de espera. Podendo ser afastado do cargo de governador não tem como anunciar candidatura à reeleição. Nos burburinhos todos os veem como o principal alvo da operação, já que dizem nos meios policialescos que teria sido “dedurado” por coronéis que foram presos e até por um de seus primos como o grande “chefão” das irregularidades de seu governo.